quarta-feira, 29 de agosto de 2012

The 2010 Global Cities Index


We are at a global inflection point. Half the world's population is now urban -- and half the world's most global cities are Asian. The 2010 Global Cities Index, a collaboration between Foreign Policy, management consulting firm A.T. Kearney, and The Chicago Council on Global Affairs, reveals a snapshot of this pivotal moment. In 2010, five of the world's 10 most global cities are in Asia and the Pacific: Tokyo, Hong Kong, Singapore, Sydney, and Seoul. Three -- New York, Chicago, and Los Angeles -- are American cities. Only two, London and Paris, are European. And there's no question which way the momentum is headed: Just as more people will continue to migrate from farms to cities, more global clout will move from West to East. 
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Place as Network

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Place as Network de R.G. Smith

"The town is the correlate of the road. The town exists only as a function of circulation and of circuits; it is a singular point on the circuits which create it and which it creates. It is defined by entries and exits; something must enter it and exit from it. It imposes a frequency. It effects a polarization of matter, inert, living or human; it causes the phylum, the flow, to pass through specific places, along horizontal lines. It is a phenomenon of transconsistency, a network, because it is fundamentally in contact with other towns" Deleuze & Guattari

"A cidade é o correlato da estrada. Ela só existe em função de uma circulação e de circuitos; ela é um ponto assinalável sobre os circuitos que a criam ou que ela cria. Ela se define por entradas e saídas, é preciso que alguma coisa aí entre e daí saia. Ela impõe uma frequência. Ela opera uma polarização da matéria, inerte vivente ou humana; ela faz com que o phylum, os fluxos passem aqui ou ali, sobre as linhas horizontais. É um fenômeno de transconsistência, é uma rede, porque ela está fundamentalmente em relação com outras cidades. Ela representa um limiar de desterritorialização, pois é preciso que o material qualquer seja suficientemente desterritorializado para entrar na rede, submeter-se à polarização, seguir o circuito de recodificação urbana e itinerária." (Deleuze e Guattari, Mil Platôs 5, pag.122) 

Bibliografia: redes caracterização/ redes novo modo de desenvolvimento

Bibliografia dos tópicos

·         Caracterização de redes: problemas e proposições teóricas, os teóricos;

·         Redes e novo modo produtivo/ desenvolvimento/ meios de produção; política;


ASCHER, François. Los nuevos principios del urbanismo. Madrid, Alianza Editorial, SA, 2004

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em redes. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

CASTELLS, Manuel. Fim do Milênio. Tradução: Klaus Brandini Gerhrdt. São Paulo:Paz e Terra, 2000.

CAUQUELIN, Anne. A Arte Contemporânea. Porto: Reseditora, s.d.

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COCCO, Giuseppe; GALVÃO. Alexander Patez & SILVA Gerardo (orgs.). Capitalismo cognitivo, trabalho, redes e inovação. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2003.

CORSANI, Antonella. Elementos de Ruptura: a hipótese do capitalismo cognitivo. In. COCCO, Giuseppe; GALVÃO. Alexander Patez & SILVA Gerardo (orgs.). Capitalismo cognitivo, trabalho, redes e inovação. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2003. pp. 15-32.

DELEUZE, Gilles. Conversações: 1972-1990. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.

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JAMESON, Fredric. Notas sobre a globalização como questão filosófica. In PRADO, José Luiz Aidar & SOVIK, Liv. (orgs). Lugar Global e Lugar nenhum: Ensaios sobre democracia e globalização. São Paulo: Hacker Ed., 2001.

KOOLHAS, Rem & BOTTMANN, Denise. Nova York Delirante, São Paulo: Cosac Naify, 2008

KOOLHAS, Rem (org.). Content. Pervert Architecture. Kolhn, Alemanha: Tashen, 2004.

KWINTER, Stanford; BOERI, Stefano; KOOLHAAS, Rem (org.). Mutaciones. Barcelona: Actar. 2000.

LÉVY, Pierre. A Inteligência Coletiva. São Paulo: Ed. Loyola, 1998.

LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.

MASSEY, Doreen. Pelo espaço: uma nova política da espacialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.

MIRANDA, Clara Luiza. Dispositivos Territoriais das Redes Mundiais. Tese de Doutorado. São Paulo: PUCSP, 2004.

MOMPART, Josep Lluís Gómez. La configuración mediática de la ciudad contemporánea. In. IV Congresso de ALAIC: Recife, 12 a 16 de setembro de 1998.

NEGRI, Antonio & HARDT, Michael. Commonwelth. El proyecto de una revolución del común. Madri: Akal, 2011

PARENTE, Andre (org.). Tramas da rede. Novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas da comunicação. Porto alegre: Sulina, 2010

SASSEN, Saskia. As cidades na Economia Mundial. São Paulo: Nobel, 1999

SERRES, Michel. Atlas. Lisboa: Instituto Piaget, 1994

SIENA, Domenico Di. Espacios Sensibles. Hibridación físico-digital para la revitalización de los espacios públicos. Tese Doutorado. Programa de Doctorado Periferias, sostenibilidad y vitalidad urbana del Departamento de Urbanística y Ordenación del Territorio. Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid, 2009

Verb Connection. Barcelona. Ed. Actar, 2008

Verb Crisis. Barcelona. Ed. Actar, 2008

VIRILIO, Paul. Espaço Crítico. São Paulo: Ed. 34.

VIRILIO, Paul. Velocidade e Política. São Paulo: Liberdade, 1996

Specification of the World City Network


link Specification of the World City Network  de P.J. Taylor

Abstract
World cities are generally deemed to form an urban system or city network but these are never explicitly specified in the literature. In this paper the world city network is identified as an unusual form of network with three levels of structure: cities as the nodes, the world economy as the supra-nodal network level, and advanced producer firms forming a critical sub-nodal level. The latter create an interlocking network through their global location strategies for placing offices. Hence it is the advanced producer service firms operating through cities who are the prime actors in world city network formation. This process is formally specified in terms of four inter-city relational matrices - elemental, proportional, distance and asymmetric. Through this specification it becomes possible to apply standard techniques of network analysis to world cities for the first time. In a short conclusion the relevance of this world city network specification for both theory and policy-practice is briefly discussed.

 

EMENTA: ARQUITETURA E REDES SOCIOTÉCNICAS


ARQUITETURA E REDES SOCIOTÉCNICAS

Ementa: Hiperterritório: a emergência de novas territorialidades. Impactos na concepção e produção do espaço urbano, regional e global. Novos regimes práticos, cognitivos e afetivos de produção: repercussões urbanas e redes imateriais e materiais. Abordagem do papel produtivo e estético do consumo, da recepção e da fruição na cultura urbana contemporânea. Mutações das noções de autoria e de juízo de valor.

Conteúdo Programático

·         Marco teórico

·         Caracterização de redes: problemas e proposições teóricas, os teóricos;

·         Redes e novo modo produtivo/ meios de produção; política;

·         Capitalismo cognitivo/ trabalho imaterial/ inteligência coletiva;

·         Ciberespaço e espaço físico: cidade, metropolização, urbanização estendida, cidade genérica, hiperterritório, metápoles, wikicidade; rumos do planejamento; democracia, multidão, proccomun, common, comum;

·         Redes sociotécnicas e dispositivos territoriais na metrópole;

·         Arquitetura, interação, mediação, relação, participação do usuário: operatividade, debates.