“Os territórios estariam ligados a uma ordem de subjetivação individual
e coletiva e o espaço está ligado mais às relações funcionais de toda espécie.
O espaço funciona como uma referência extrínseca em relação aos objetos que ele
contém. Ao passo que o território funciona em uma relação intrínseca com a
subjetividade que o delimita” Felix Guattari
Mostrando postagens com marcador Guattari. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guattari. Mostrar todas as postagens
sábado, 27 de outubro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Place as Network
link
"A cidade é o correlato da estrada. Ela só existe em função de uma
circulação e de circuitos; ela é um ponto assinalável sobre os circuitos
que a criam ou que ela cria. Ela se define por entradas e saídas, é
preciso que alguma coisa aí entre e daí saia. Ela impõe uma frequência.
Ela opera uma polarização da matéria, inerte vivente ou humana; ela faz
com que o phylum, os fluxos passem aqui ou ali, sobre as linhas horizontais. É um fenômeno de transconsistência, é uma rede,
porque ela está fundamentalmente em relação com outras cidades. Ela
representa um limiar de desterritorialização, pois é preciso que o
material qualquer seja suficientemente desterritorializado para entrar
na rede, submeter-se à polarização, seguir o circuito de recodificação
urbana e itinerária." (Deleuze e Guattari, Mil Platôs 5, pag.122)
Place as Network de R.G. Smith
"The town is the correlate of the road. The town exists only as a function of circulation and of circuits; it is a singular point on the circuits which create it and which it creates. It is defined by entries and exits; something must enter it and exit from it. It imposes a frequency. It effects a polarization of matter, inert, living or human; it causes the phylum, the flow, to pass through specific places, along horizontal lines. It is a phenomenon of transconsistency, a network, because it is fundamentally in contact with other towns" Deleuze & Guattari
"A cidade é o correlato da estrada. Ela só existe em função de uma
circulação e de circuitos; ela é um ponto assinalável sobre os circuitos
que a criam ou que ela cria. Ela se define por entradas e saídas, é
preciso que alguma coisa aí entre e daí saia. Ela impõe uma frequência.
Ela opera uma polarização da matéria, inerte vivente ou humana; ela faz
com que o phylum, os fluxos passem aqui ou ali, sobre as linhas horizontais. É um fenômeno de transconsistência, é uma rede,
porque ela está fundamentalmente em relação com outras cidades. Ela
representa um limiar de desterritorialização, pois é preciso que o
material qualquer seja suficientemente desterritorializado para entrar
na rede, submeter-se à polarização, seguir o circuito de recodificação
urbana e itinerária." (Deleuze e Guattari, Mil Platôs 5, pag.122)
Assinar:
Postagens (Atom)